
29.12.11
11.11.11
10.11.11
7.11.11
2.11.11
1.11.11
17.10.11
29.9.11
22.9.11
10.9.11
4.8.11
2.7.11
30.6.11
29.6.11
Figurinos para "Teatro Menor"
Um grupo de actores vindo de um lugar e de um tempo indeterminados, errando pelo espaço, sem identidade definida, uma espécia de humanidade sobrevivendo, passando pelo espectador, entre a ideia de magia do teatro e a ideia de resistência ao tempo.
Os figurinos devem parecer que foram vestidos desde sempre. Uma certa unidade pode estabelecer-se a partir do riscado dos tecidos para fato do século passado, do vermelho do teatro e também das históricas parelhas do cinema, do teatro e da literatura: Laurel e Hardy, Harpo e Grouxo, Dom Quixote e Sancho Pança, Jacques e o seu amo, Cândido e Pangloss, bem como de figuras como Charlot, Vasco Santana, António Silva, Ribeirinho, Monsieur Hulo, etc.
Acentuar os pares, quer pelas suas semelhanças, quer pelas suas diferenças.
Trabalhar o lado clownesco de algumas personagens.
Os actores representam várias personagens diferentes, mudando de forma camaleónica, quer em bastidor, quer frente ao público, utilizando muitos dos figurinos e calçado que fazem parte do espaço cénico.
O calçado, disposto em filas no espaço, representa a "grande caminhada da humanidade". Tal como o chapéu de coco, confere existência a quem o usa. Tirar partido do som de alguns sapatos.
Tratar a ambiguidade sexual, especialmente no texto "Miragens".
Utilizar alguns elementos de viagem: malas, sacos, pequenas sacolas penduradas, mochilas.
Trabalhar a convenção e os referentes teatrais, na sua construção e desconstrução.
Cores: preto, branco, bege, vermelho/carmim...






Um grupo de actores vindo de um lugar e de um tempo indeterminados, errando pelo espaço, sem identidade definida, uma espécia de humanidade sobrevivendo, passando pelo espectador, entre a ideia de magia do teatro e a ideia de resistência ao tempo.
Os figurinos devem parecer que foram vestidos desde sempre. Uma certa unidade pode estabelecer-se a partir do riscado dos tecidos para fato do século passado, do vermelho do teatro e também das históricas parelhas do cinema, do teatro e da literatura: Laurel e Hardy, Harpo e Grouxo, Dom Quixote e Sancho Pança, Jacques e o seu amo, Cândido e Pangloss, bem como de figuras como Charlot, Vasco Santana, António Silva, Ribeirinho, Monsieur Hulo, etc.
Acentuar os pares, quer pelas suas semelhanças, quer pelas suas diferenças.
Trabalhar o lado clownesco de algumas personagens.
Os actores representam várias personagens diferentes, mudando de forma camaleónica, quer em bastidor, quer frente ao público, utilizando muitos dos figurinos e calçado que fazem parte do espaço cénico.
O calçado, disposto em filas no espaço, representa a "grande caminhada da humanidade". Tal como o chapéu de coco, confere existência a quem o usa. Tirar partido do som de alguns sapatos.
Tratar a ambiguidade sexual, especialmente no texto "Miragens".
Utilizar alguns elementos de viagem: malas, sacos, pequenas sacolas penduradas, mochilas.
Trabalhar a convenção e os referentes teatrais, na sua construção e desconstrução.
Cores: preto, branco, bege, vermelho/carmim...







25.4.11
15.4.11
Escrita mínima
Não estamos em crise! Não estamos em crise! Não estamos em crise! Não estamos em crise! — Repetir sincopadamente, após as refeições, seguido de copo de água. — Exercício recomendado ao senhor X e restantes mangas de alpaca desta repartição, por sentirem, subitamente, fortes indícios de vidas num oito e nuvens cinzentas sobre as suas cabeças.
Não estamos em crise! Não estamos em crise! Não estamos em crise! Não estamos em crise! — Repetir sincopadamente, após as refeições, seguido de copo de água. — Exercício recomendado ao senhor X e restantes mangas de alpaca desta repartição, por sentirem, subitamente, fortes indícios de vidas num oito e nuvens cinzentas sobre as suas cabeças.
12.4.11
6.4.11
Sócrates being
Ser? — Escreveu o velho actor, com giz branco, no soalho escuro do teatro, dividido entre o que fora e o que ainda queria ser.
Como? — E continuava a escrever.
Já experimentara muitos seres, alguns ajustavam-se na perfeição, outros divergiam, como se não coubessem em si. Podia dizer-se que transbordava de ser e, no entanto, faltava-lhe ainda.
Ser! E não ser! — E continuava, enchendo o espaço de palavras brancas, que brilhavam com a luz dos projectores...
Ser? — Escreveu o velho actor, com giz branco, no soalho escuro do teatro, dividido entre o que fora e o que ainda queria ser.
Como? — E continuava a escrever.
Já experimentara muitos seres, alguns ajustavam-se na perfeição, outros divergiam, como se não coubessem em si. Podia dizer-se que transbordava de ser e, no entanto, faltava-lhe ainda.
Ser! E não ser! — E continuava, enchendo o espaço de palavras brancas, que brilhavam com a luz dos projectores...
9.3.11
Escrita mínima
Bolas, para a maçã; escrevinhou o senhor X no seu caderninho, enquanto o seu computador colapsava logo ali.
Companheiro de muitas jornadas, era agora apenas uma máquina vencida, sem qualquer possibilidade de reanimação.
E ainda por cima a crise... A crise em todos os flancos.
Que "mais" inventar, para tamanho "menos"?
Restava a caneta, a fiel caneta BIC BIC BIC...
Bolas, para a maçã; escrevinhou o senhor X no seu caderninho, enquanto o seu computador colapsava logo ali.
Companheiro de muitas jornadas, era agora apenas uma máquina vencida, sem qualquer possibilidade de reanimação.
E ainda por cima a crise... A crise em todos os flancos.
Que "mais" inventar, para tamanho "menos"?
Restava a caneta, a fiel caneta BIC BIC BIC...
1.3.11
28.2.11
26.2.11
24.1.11
17.1.11
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